Ovodoação e Ovorecepção: Quando São Indicadas e Como Funcionam

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Nem sempre uma gravidez é possível apenas com os óvulos da paciente.
Nesses casos, a ovodoação e a ovorecepção se tornam alternativas seguras e eficazes para realizar o sonho da maternidade.

Mas afinal, quando esses tratamentos são indicados e como eles funcionam?


 O que é ovodoação e ovorecepção?

  • Ovodoação: processo em que uma mulher doa seus óvulos para outra.
  • Ovorecepção: quando a paciente recebe os óvulos doados para serem fertilizados em laboratório e transferidos para seu útero.

Esse tratamento é realizado dentro da legislação brasileira, que garante anonimato e critérios rigorosos de saúde e segurança para as doadoras e receptoras.


 Quando a ovodoação é indicada?

A utilização de óvulos doados pode ser recomendada em situações como:

  • Baixa reserva ovariana (quantidade reduzida de óvulos).
  • Idade avançada da paciente, geralmente acima dos 40 anos.
  • Falhas repetidas em FIV com óvulos próprios.
  • Doenças genéticas hereditárias que podem ser transmitidas.
  • Pacientes que já retiraram os ovários por motivos médicos.

 Como funciona o tratamento na prática?

  1. Seleção da doadora
    • A clínica segue protocolos de segurança, avaliando saúde física, genética e psicológica da doadora.
  2. Coleta e fertilização dos óvulos
    • Os óvulos doados são fertilizados com o sêmen do parceiro ou de um doador, em laboratório.
  3. Transferência embrionária
    • Os embriões formados são transferidos para o útero da receptora, que é preparada hormonalmente para a gestação.
  4. Acompanhamento médico
    • Todo o processo é monitorado para garantir a melhor receptividade uterina e aumentar as chances de sucesso.

 Quais são as chances de sucesso?

A ovorecepção apresenta altas taxas de sucesso, pois utiliza óvulos de mulheres jovens e saudáveis, geralmente com boa qualidade reprodutiva.
Isso significa que mesmo pacientes com baixa fertilidade natural podem engravidar e ter uma gestação saudável.


 Conclusão

A ovodoação e a ovorecepção são alternativas valiosas para mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar com seus próprios óvulos.
Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha e que a medicina reprodutiva oferece caminhos seguros e eficazes.

👉 Agende uma consulta com a Dra. Tayane Maruca e descubra se esse é o tratamento ideal para você.


 Fontes bibliográficas

  1. Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) – Normas e práticas de ovodoação – https://sbra.com.br
  2. Conselho Federal de Medicina (CFM) – Resolução nº 2.320/2022 sobre reprodução assistida – https://portal.cfm.org.br
  3. ESHRE – European Society of Human Reproduction and Embryology – Oocyte donation guidelines – https://www.eshre.eu
  4. ASRM – American Society for Reproductive Medicine – Donor oocyte therapy – https://www.asrm.org
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